sexta-feira, 4 de março de 2011

A rose


Phynnie chegou em casa e colocou logo a rosa que ganhara num vaso. 


- Que otimo! Eu não tenho um vaso de flores! Preciso guardar minha florzinha ou ela morrerá.


Uma garrafa velha de coca logo virou vaso de flores.


Phyn colocou o garrafava-vaso com a flor na mesinha e sentou na poltrona de frente a essa.


Ela havia tido um encontro.


Café no starbucks. Não era considerado um encontro. Mas para ela era . E com Martie! 


Ele lhe dera essa rosa. E lhe disse palavras carinhosas. Nunca dita antes. 


 - Um quase beijo


Phynnie sussurou olhando a flor.


Até um quase beijo quase acontenceu.


Era o melhor dia da vida de Phynnie.


E aquela flor, era a coisa mais linda que ela via naquela casa bagunçada.


Phynnie sorriu e pegou o celular.


Se viu ligando para Martie, mas largou o aparelho no sofá antes de a chamada completar.


- Trim! Trim! Trim 


O telefone de casa tocou.


- Que otimo! E agora onde estará esse telefone sem fio.


Phynnie revirou as caixas e os livros esplhados pelo seu mais novo e minímo apartamento. Logo achou o telefone.


- Alô?


- Demorei mais um pouco no starbucks depois que você pegou o taxi e passou um vendedor de flores. Lembrei de você. Abra a porta.


Phynnie não entendeu o que Martie falou mas abriu a porta.


Ela estava se achando uma baita de uma louca por abrir a porta sozinha.


- Oi, meu amor. Essas rosas são para você! Casa comigo?


Um beijo. Que significava um sim e que selou a vida daqueles dois jovens juntos para todo sempre.

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