- Que otimo! Eu não tenho um vaso de flores! Preciso guardar minha florzinha ou ela morrerá.
Uma garrafa velha de coca logo virou vaso de flores.
Phyn colocou o garrafava-vaso com a flor na mesinha e sentou na poltrona de frente a essa.
Ela havia tido um encontro.
Café no starbucks. Não era considerado um encontro. Mas para ela era . E com Martie!
Ele lhe dera essa rosa. E lhe disse palavras carinhosas. Nunca dita antes.
- Um quase beijo
Phynnie sussurou olhando a flor.
Até um quase beijo quase acontenceu.
Era o melhor dia da vida de Phynnie.
E aquela flor, era a coisa mais linda que ela via naquela casa bagunçada.
Phynnie sorriu e pegou o celular.
Se viu ligando para Martie, mas largou o aparelho no sofá antes de a chamada completar.
- Trim! Trim! Trim
O telefone de casa tocou.
- Que otimo! E agora onde estará esse telefone sem fio.
Phynnie revirou as caixas e os livros esplhados pelo seu mais novo e minímo apartamento. Logo achou o telefone.
- Alô?
- Demorei mais um pouco no starbucks depois que você pegou o taxi e passou um vendedor de flores. Lembrei de você. Abra a porta.
Phynnie não entendeu o que Martie falou mas abriu a porta.
Ela estava se achando uma baita de uma louca por abrir a porta sozinha.
- Oi, meu amor. Essas rosas são para você! Casa comigo?
Um beijo. Que significava um sim e que selou a vida daqueles dois jovens juntos para todo sempre.

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